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Festinha!

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Eu sou muito do contra, e canso fácil do que vira moda. Andava cansada das festas superprodução, das colunas de balões que só mudam as cores, das decorações em geral. Aí comecei a ver em sites americanos um novo estilo, mais intimista, muito lindo. Logo começou a aparecer por aqui, sempre com aquele toque brasileiro que deixa tudo mais legal. Aí cansei também. Doces muito arrumadinhos, simétricos, todo mundo colocando a bandeja de borda decorada de cabeça para baixo e os doces em cima. Nada contra, por favor, é lindo! Mas eu canso rápido mesmo. Eu canso tão rápido que até dos bolos que eu mesma faço cansei. Veio chegando a festa da Alice e o que fazer? Achei a inspiração na internet, mais uma vez: a guerra dos cupcakes! A cara dela. Aliás, foi tudo dela. Escolheu os convidados, o tema, como ia ser, o bolo, tudo. Começamos a procurar juntas, e achamos um bolo ideal! Uma surpresa. Dei umas risadas sozinha quando os convidados chegavam na festa e só tinha um bolo redondo branco em ci...

O frango roxo

Depois do post da comidinha gostosa muita coisa mudou por aqui. Meu marido se animou a procurar um nutricionista e fazer uma dieta radical. Eu fui de carona, afinal, que mulher neste mundo não acha que tem uns quilos para perder? "Corn Fritters" e "Banana breads" estão temporariamente fora de cogitação. Bom, fui pesada, medida com aquele apertador de gordurinhas infames e tudo mais. Sentamos para criar meu cardápio. Caraca, nunca comi tanto desde que comecei a dita dieta. Por questões de disponibilidade de horário tem um jantar às 22:30. Frango e salada! Foi aí que nasceu o frango roxo. No terceiro dia já não estava agüentando frango grelhado. Resolvi fazer um frango com molho de cebola e alecrim no vinho. Mas a preguiça...Em vez de usar uma panela para cada coisa, refoguei a cebola, juntei o alecrim e o vinho e... Taquei o frango cru lá dentro! Gente, ficou muito esquisito o frango roxinho, mas pensa num franguinho gostoso! Tenho impressão que o cansaço vai me faze...

O achado

Diz o meu marido que eu sou a mestre de trazer coisas esquisitas dos lugares que visitamos. Ele já começa dizendo que eu sou a única pessoa que em vez de lembrancinhas pensa em trazer criancinhas. E penso mesmo. Principalmente na China e na India eu quis muito. Você conhece mais alguém que foi no supermercado em Milão e comprou...balões? Eu! Ficaram lindos na festa de princesas bailarinas da Alice. Formas de bolo, de cupcake, saquinhos de confete, lanterninhas que brilham...Adogoooooo. Mas na China eu fiz O achado. Nos Estados Unidos tem uma turma, Gooseberry Patch , amigas que resolveram criar uma loja country online. E o negócio expandiu, e elas também tem receitinhas, artesanato, várias e várias coisinhas interessantes. Bom...estávamos nós na China, e na confeitaria do hotel de Beijing tinha vários livros para vender. No meio deles encontrei...um livro-fichário da Gooseberry Patch , com milhares de receitinhas de comida e de artesanato. Caraca, eu fiquei doida. O livro é um tram...

Por toda a minha vida, eu vou te amar...

Algumas pessoas nunca saem da nossa vida, mesmo que não estejam fisicamente presentes. Aos 18 anos, tive o privilegio de passar 6 meses morando em Asheboro,NC, com um casal inacreditável. Paul e Sylvia Trollinger, meus pais americanos. como bem disse minha irmã Claudia Ziller em seu post, às vezes temos mais de uma mãe, e mais de um pai também. Os 6 meses que passei lá valeram por uma vida. Foi um tempo de experimentar, ser curada, crescer, aproveitar. Paul e Sylvia me apresentaram uma vida que aprendi a amar. Cidade mais pacata não poderia haver, mas mesmo uma adolescente inquieta e "social" como eu era não tinha opção senão amar aquele jeito "redneck" de ser. O que mais me marcou foi a fé deles. Sylvia era radical e passional, passei alguns momentos embaraçosos com ela, como quando tive que marchar 7 vezes em volta da cadeira da vó Trollinger para espantar as moscas. Detalhe: na praia. As moscas não foram embora, e eu culpo minha falta de fé! Paul era mais ser...

Momento Batedeira Descontrol

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Ontem eu tive o meu momento "Alice na executiva". E depois me dizem que ela é igual a mim, não sei por quê... Voltamos de Whistler (lugar espetacular!) para Vancouver, e nosso hotel fica exatamente em frente a um shopping imenso. Rodrigo tinha passado uma noite aqui no início da viagem e nem reparou que era um shopping. Nós mulheres devemos ter demorado uns 30 segundos para descobrir. Bom, depois de resolver tudo, colocar o grupo no hotel e buscar um deportado, fomos ao shopping. Sephora, Nine West e outras velhas amigas. Estava pensando onde ia gastar um dinheirinho, quando entrei na Sears. Comecei a substituir os sapatos e makes por suportes de bolos, forminhas transadas de cupcakes, formas, e outras coisinhas de casa. E de repente, como na cena do esquilo da Era do Gelo vendo a Noz Suprema no céu, eu vi... Uma batedeira Kitchen Aid, que tenho e amo, cor de rosa. Oh! Do lado, uma verde água! Oohh! E então...uma pink metálica! Ooooohhhhhhhh!!!!! E uma dourada!!! Comecei a...

Alice e a Executiva

Minha filha Alice é uma figura. É a pessoa mais transparente que eu conheço. Basta olhar nos olhinhos dela que sei exatamente suas intenções. E ela quase me matou de rir quando voltamos de Knoxville. Nosso vôo de volta foi cancelado e alterado para o dia seguinte. Ganhamos horas extra com a Sofia e o Lucas, e uma ida divertida de carro para Atlanta, onde visitamos o Mundo da Coca Cola. Alice estava certa que ia descobrir a fórmula secreta da Coca, e ficou muito injuriada quando viu que não ia. Falou disso por horas... Elaborou as mais loucas teorias, filosofou sobre o assunto e se sentiu muito injustiçada. Mas o melhor foi quando contei que tinham colocado a gente na classe executiva,por conta do cancelamento do vôo no dia anterior. Imediatamente começou a fazer mil perguntas, para se preparar para o evento. Ela é assim, tem que se programar. Quando entramos no avião... Foi um festival de ooohhhhhs! Sentou, colocou o cinto e começou: oh! É edredom!!!!! Oh! É travesseiro de verdade!...

Quanto vale uma fraldinha?

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Há duas semanas nós aqui de casa vivemos um momento ímpar, de uma doçura sem fim. Tivemos, eu, Rodrigo e Alice, a oportunidade e o privilégio de passar uma semana pajeando uma tal de Sofia... Foi uma semana totalmente diferente da nossa rotina. Tempo de ajudar, tempo de nos encantar, tempo de ajudar. O que é a vida, é só correr atrás de dinheiro, de coisas para si e do seu próprio bem estar? Também, mas não há bem estar maior do que ser útil, do que liberar gotas de amor em volta de si. Eu nunca vou esquecer a reação da Cris ao ouvir a voz do irmão querido. Nem a oportunidade de cozinhar para ela, fazer umas comprinhas "de tia", embalar Sofia, trocar infinitas fraldinhas, levar o Lucas para brincar no hotel, ajudar o Ronaldo levando o Luquinhas para o futebol. Que benefício material nós tivemos? Zero. Nem poderíamos ter ido, pensando por esse lado. Mas o benefício para o coração, esse não tem preço. Em seu lugar, o que Jesus faria? Acho que Ele também teria ido a Knoxvil...