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DISCONCORDANDO

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Aqui em casa falamos "disconcordo". Mais delicado que discordo, não é? Então, é assim que desejo abordar meus assuntos de hoje, "disconcordando", com toda educação. Cada dia fico mais incomodada com as pressões desnecessárias e as necessidades que vão sendo criadas a cada hora. Sou a favor do progresso, da tecnologia, da evolução sempre, mas eu definitivamente não vou engolindo as coisas porque todo mundo faz, comprando a novidade que não posso viver sem e assumindo regras e verdades criadas, muitas vezes, para trazer à vida um novo nicho de mercado. Disconcordo dos artigos de nutrição, minhas amigas nutricionistas me perdoem. Vivemos uma paranóia alimentar sem precedentes. Disconcordo dos modismos esportivos. Desde quando fazer musculação é treinar? Porque todo mundo tem que correr? Lutar? Dançar? Cada um é um, e não é melhor nem pior pelas escolhas que faz em termos de atividade física. Quem corre despreza quem caminha, quem caminha despreza quem não faz ...

Quais são suas intenções com a minha filha?

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Pensando num título para o post não pude deixar de pensar nessa frase. Usei só para ficar legal, porque o post não é sobre a filha… A pergunta real é: "quais são as suas intenções?" Semana passada enfrentei meu maior desafio até aqui: o meu banheiro! Na quinta, dia de lavar banheiro, pedi para minha mais que fiel escudeira tirar TUDO de dentro dele, do teto ao chão, e colocar em cima da minha cama. Quase caí para trás quando vi o tudo. Rodrigo chegou para almoçar procurando um canto para dar uma descansada e teve que deitar no sofá. Lembrando do "se não souber por onde começar, comece pelo que está na sua frente", comecei. Primeiro eu ficava só mudando as coisas de lá para cá, tentando juntar coisas parecidas. Gente, será que sou acumuladora?????? Aos poucos comecei a realmente arrumar alguma coisa, mas muito devagar. Tive que parar, respirar e voltar a pensar: quais são as suas intenções? Comecei a listar mentalmente algumas: 1 - saber o que eu tenho 2 - gav...

TAKARO!

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Essa aconteceu na praia, em janeiro. Passou um vendedor ambulante com umas mantas que gostei e queria por no meu sofá. Quando o homem passou, chamei, escolhi a que queria e deixei a negociação a cargo do pechinchador-mor lá de casa: Rodrigo. E começou a discussão: "40!" "20!" E o vendedor disse que menos de 30 ele não fazia. Rodrigo diz: "Tá caro, moço!", e o vendedor dispara: "Takaro é nome de japonês!" Eu caí na gargalhada e decretei que depois daquela era para pagar os R$ 30,00, o cara mereceu. Até hoje morro de rir quando lembro. E quando lembro que gostaria de falar isso para muita gente. Muitas vezes nós decretamos que uma coisa "Takara" sem avaliar seu real valor. Muita gente passa pela Quest, olha nossos produtos e decreta: "Takaro!" Só que na verdade não olhou direito, não comparou corretamente com o "Tabarato"que não inclui nada que o "Takaro" tem. O Esquadrão da Moda, por exemplo. Num prim...

Tem como não gostar?(2)

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Há um tempo atrás fiz um post, chamado "Tem como não gostar?" . Agora, quase dois anos depois, faço a mesma pergunta e tenho a mesma resposta, mas mais enfática ainda. Depois de muitas temporadas, de grupos de adolescentes migramos para grupos de família, de programinha básico fomos a uma verdadeira experiência, nosso caminho foi sendo traçado sem nem percebermos. As mães começaram a vir fechar a viagem de seus filhos e sair com uma viagem para a família. Hoje eu curto muito olhar as fotos e ver pais, filhos, tios, sobrinhos, avós e netos tendo a experiência da sua vida. Não digo isso baseada na minha opinião, mas nos depoimentos que leio e ouço. Aos poucos fomos entendendo que não éramos mais uma empresa fazendo excursão para a Disney, mas sim que éramos os responsáveis por realizar o sonho, guiar as pessoas através de suas experiências. Já tivemos de tudo: gente boa, gente ruim, gente normal, gente doida...Não digo que já vi de tudo porque o repertório humano é in...

Um Dia Perfeito

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Eu amo o que faço. Amo viajar, conhecer lugares e pessoas.  E mais ainda, AMO levar pessoas para conhecer o que eu conheço. Esse ano, em julho, levamos dois grupos fantásticos, um para Orlando e outro para a Costa Oeste. Para falar a verdade, todos os nossos grupos sempre foram formados de gente incrível. Mas sempre tem uns chatinhos no meio, como em qualquer lugar do mundo. Dessa vez, Deus olhou pra mim e viu que nem eu nem Rodrigo tínhamos condições de lidar com os chatos, e não mandou nenhum. Melhor mesmo, assim não corremos o risco de matar ninguém. Trabalhar levando gente pra lá e pra cá exige uma dose gigante de paciência e jogo de cintura, que nós temos para dar e vender, mas o estoque esse ano estava baixo.  Enfim... Foi muito bom esse julho. Dias perfeitos.  Mas quero falar de um dia que ficou na minha memória como um dia perfeito do início ao fim: 16/7/2013. Depois de três dias em San Francisco e um dia entre Monterey e Carmel, era o dia de descer pela...