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DISCONCORDANDO

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Aqui em casa falamos "disconcordo". Mais delicado que discordo, não é? Então, é assim que desejo abordar meus assuntos de hoje, "disconcordando", com toda educação. Cada dia fico mais incomodada com as pressões desnecessárias e as necessidades que vão sendo criadas a cada hora. Sou a favor do progresso, da tecnologia, da evolução sempre, mas eu definitivamente não vou engolindo as coisas porque todo mundo faz, comprando a novidade que não posso viver sem e assumindo regras e verdades criadas, muitas vezes, para trazer à vida um novo nicho de mercado. Disconcordo dos artigos de nutrição, minhas amigas nutricionistas me perdoem. Vivemos uma paranóia alimentar sem precedentes. Disconcordo dos modismos esportivos. Desde quando fazer musculação é treinar? Porque todo mundo tem que correr? Lutar? Dançar? Cada um é um, e não é melhor nem pior pelas escolhas que faz em termos de atividade física. Quem corre despreza quem caminha, quem caminha despreza quem não faz ...

Organizando o cardápio... e meu tempo!

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Em 2011, quando tive o privilégio enorme de participar com outras 29 mulheres do treinamento do Instituto Haggai de Maui, fui surpreendida várias vezes. Aquilo que eu estava ansiosa para ouvir, que eu achava que precisava aprender, pouco me acrescentou. Mas aqueles assuntos que eu achava que dominava... esses mexeram muito comigo. Um deles foi administração, ou mordomia. Administração de recursos, talentos e tempo. De que maneira eu estava utilizando esses 3 pontos. Desde então, comecei a fazer pequenas e constantes mudanças na minha vida, buscando otimizar o que está nas minhas mãos. Sabe aquelas propagandas "mais tempo pra você"? Mais ou menos isso. Eu queria mais tempo para me relacionar com as pessoas. Já faz um tempo que sou organizada em relação à alimentação em casa. Faço cardápios e tudo o mais.  Mas só fazer cardápio não estava adiantando. Muitas vezes me vi triste da vida na frente do cardápio porque estava morta, ou só com preguiça mesmo. Uma receita simples,...

Absorvendo

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Estou sempre com pressa. Ou estava. Sempre correndo de uma coisa para outra, para outra, para outra e... para outra. Correr não é o problema, o problema é não viver. Passar pela vida sem absorver nada. Quando lá atrás decidi descer da rodinha de hamster da sociedade ( http://cheiadevida.blogspot.com.br/2014/07/o-hamster-rebelde.html ), meu tempo mudou, assim como minha velocidade. Talvez hoje eu realize ainda mais coisas do que naquela época, porque estou aprendendo a administrar meu tempo muito melhor. Assim como está acontecendo agora, nessa vibe "ame seu corpo e simplifique a vida". Eu gostaria de ter assunto para postar sobre isso todo dia, mas a verdade é que estou absorvendo. Estou meditando, destrinchando, recebendo em meus poros e em minha mente que não sou defeituosa, sou "assombrosamente maravilhosa". Tudo que há em mim, sem tirar nem por, faz de mim única. Ser único num mundo de 7 bilhões de pessoas demora a entrar na mente. Somos únicos,...

A luz "marvada"

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Quem já quase morreu de raiva num provador? Não sei o que fazem com aquela iluminação "mardita" que revela todas as suas celulites, dobrinhas e outras cositas. É quase um raio X!!!!! Aquela luz fria é inclemente quando provamos um biquini, affff...... Desde o último post estou pensando, meditando numa passagem da Bíblia que diz que os olhos são a lâmpada do corpo. Se os olhos forem bons, toda o corpo será iluminado. Se forem maus, o corpo ficará em trevas. Pensando na luz do provador, cheguei à conclusão que aquela luz branca é a trevaaaaa!!!!!!! Gosto da luz branca para iluminar minha casa quando quero ver as sujeiras, as manchas, todos os defeitos. Quando quero aconchego, namoro, bate papo gostoso, não dá clima. Preciso de uma luz acolhedora, que realce o que é bonito e esconda os pequenos defeitos, faça as pessoas se sentirem bem. Assim tem que ser a luz que emana de mim. De mim para os outros e de mim para mim mesma. Quando me olho no espelho, meus olhos têm que...

Mãe???? Que morre???????

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Há alguns meses me chamaram para fazer parte de um vídeo clipe, e preciso contar um momento muito engraçado que vivi nessa história. Estava eu sentada no meu canto num domingo à noite, quando fui chamada por um cidadão. Fui atrás dele e entrei numa sala. Sentei e comecei a ouvir. Me contaram que estavam produzindo o clipe de "Quando Chove", e que seria a história de uma filha que perde a mãe e luta contra a dor. Uma mãe que ensinou sobre Deus à filha, e o caminho de volta que essa filha faz até Deus no meio do seu luto. Amei a história e me identifiquei muito, até por ter perdido meu pai e a música ter falado lá no fundo da minha alma. A primeira frase da música: "uma pausa na dor", é algo que só compreende totalmente quem está de luto. Bom, estava eu lá viajando na história, imaginando as gravações, quando ouço: ..."e a gente queria que você fizesse a mãe". Oi??? Desde quando eu sou a mãe, e ainda a mãe que morre????? Acho que levei uns 5 segundos para...

Eu, meu tapete e as gorduras

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Quem diz que Deus não tem senso de humor precisa conhecê-lo melhor. Gosto de contar o episódio da minha mãe quando operou os olhos de catarata: o médico falou que ela devia ficar 24 horas sem ler nada, e depois das 24 horas, tentar ler alguma coisa para ver se os olhos estavam ok. Ao completar o tempo, ela pegou a Bíblia, abriu aleatoriamente e leu com toda a nitidez: "você verá com seus próprios olhos..." Bom, esses dias tive meu momento "você verá com seus próprios olhos". Pesquisando sobre nosso corpo e a relação que temos com ele, cheguei ao lugar que me diz que meu corpo é um templo, um santuário. Habitação do Deus Vivo, do Espírito Santo. Lembrando que boa parte dos primeiros livros do Velho Testamento contém instruções sobre construção e uso do Tabernáculo (santuário), resolvi dar uma pesquisada e ver o que encontrava que pudesse me ajudar nessa área. Fui procurando, pesquisando e cheguei ao seguinte versículo: O fogo que está sobre o altar arderá nele...

Índio Pelado Sulamericano

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Quando meu irmão era pequeno,  ele e meu pai brincavam de lutinha, como qualquer pai e filho desse mundo. Mas a brincadeira chamava Índio Pelado Sulamericano, e ganhava a luta quem conseguisse abaixar a calça do outro... Morro de rir pensando na cena que nunca vi. Mesmo antes de conhecer essa brincadeira eu já falava que nós, brasileiros, somos todos índios. Se pudéssemos, andaríamos todos pelados. Digo isso porque nós somos o povo "civilizado" mais pelado da terra. Em qualquer lugar que estejamos, mesmo que num baita frio, nossa roupa é sempre a mais justa. Acho que é uma maneira de nos sentirmos meio pelados. Não estou condenando ou exaltando, apenas reconhecendo um fato. Fato que gera confusão nas cabeças de outras culturas. No geral, falta de roupa significa uma coisa. Caso não seja a intenção, o corpo fica bem coberto.  Então, quando os pobres estrangeiros chegam ao Brasil, a mensagem que damos a eles é que estamos disponíveis. É um susto quando eles descobrem que nã...